sábado, 7 de abril de 2012

Capítulo 3


Laços de Vampiro
                                 
Sem escolhas (Iris)

Era um dia comum e eu estava voltando do trabalho com minha irmã mais velha, Brittany, uma garota de 19 anos com cabelos.
Escuros, pele branca e com um corpo invejável.
 Era 10h30min, e todas as lojas da rua já tinha se fechado, uma ou outra ainda estavam abertas ou se fechando.
No fim da rua havia um homem todo de preto, ele estava com uma menina que tinha 17 anos, essa menina não me era estranha,
Tinha um rosto familiar, Já sei quem era, era Carolyne, estudei com ela, era minha amiga, mas eu comecei a trabalhar e nós.
Paramos de nos encontrar. Ela parecia arrependida de estar ali, com aquele homem. O homem era extremamente branco com
Cabelos negros, alto e um pouco forte. Cheguei mais perto, e ela já estava encolhida e ele na frente da maior parte de seu corpo.
Ele estava dizendo alguma coisa no ouvido dela, Arregalei os olhos quando vi que ele pretendia morde-la, ele deveria ser algum.
Gótico dos que ela andava, mas ela estava com o rosto cheio de arrependimento.
Não pensei duas vezes, tirei minha bolsa de meu ombro e joguei nele. Fiquei feliz de ver que acertei nele, não sou muito boa.
Nisso. Quando a bolsa bata na cabeça dele, ele correu tão rápido que eu nem pude vê-lo.
Eu fui até Carolyne verificar se ela estava bem, e eu perguntei:
-Você está bem? .
-Claro, mas porque você fez isso?- Ela me perguntou.
-Porque ele estava tentando te morder. - respondo.
-Mas era isso mesmo que eu queria. - ela retruca.
-Eu salvei a sua vida.
-Não, ele que iria salvar. Se você não tivesse assustado ele. - ela disse com um tom sarcástico .
-Explica direito essa história? - pergunto incerta.
- Não , agora não dá ,preciso alcançar ele!
-Carolyne, espera...
Mas não adiantou, ela já estava correndo atrás do homem.
Minha irmã que não entendeu nada disse:
-Você entendeu alguma coisa?
- Não, mas eu vou descobrir.
Nós fomos para casa sem dar nenhuma palavra, eu tentei ligar para a galera que eu andava quando estudava. Tentei a Haven, ela.
Era morena mais não ficava muita no sol, ela era a gótica do grupo. Mas parecia que ela mudou o número. Tentei a Beatriz que
Era uma das mais próximas, mas também não consegui nada. Tento o número de todos os meus amigos, mas parece que cada
Um seguiu com a sua própria vida.

                                                       ✖✖✖           

     No dia seguinte eu e a Brittany estávamos indo trabalhar. Eu tinha a sensação de que alguém estava nos seguindo, más não
Comentei nada, pois a Brittany ficaria com medo e querendo ir para casa, e eu não queria perder um dia de trabalho por causa de.
Paranoia.
   O dia de trabalho estava normal, com muitos papeis para organizar e ainda estudar vai ter uma prova na faculdade e eu tenho que.
Dar-me bem nessa.
   Eu estava quase chegando ao encontro da minha irmã, quando aquela sensação de que alguém estava me seguindo voltou. Eu
Fico andando olhando sempre para os lados e para trás. Aquela sensação não iria embora.
Encontrei com a Brittany e logo perguntei:
-Oi, como foi o trabalho?
  Ela respondeu:
-Tudo ótimo! Você lembra-se do Rafael?
-Qual? Aquele da moto que você namorou há dois anos?
-Ele mesmo! Mana ele tá muito lindo. Bom, ele já era lindo, mais agora ele tá muito mais e tá bem forte dois anos sem mim fizeram bem.
Para ele. Bom ele me chamou para sair com ele nesse fim de semana. - ela disse muito feliz.
-Nossa que ótimo para você. - reviro os olhos, eu com aquela sensação de ser seguida, e ela pensando em um garoto que ela.
Mesma já tinha dado um pé na bunda.
-O que você está pensando? Você parece nervosa.
-Bom vou ser sincera, eu estava com uma sensação de que estou sendo seguida desde hoje de manhã e eu não esqueço o.
Episódio estranho que aconteceu ontem com a Carolyne.

   Pronto falei tudo agora que ela fica meio loca por causa disso.

-Porque você não me disse isso antes. Você viu alguém? Já ligou para polícia?- ela fala com muitos traços de histeria.
Revirei os meus olhos.
-Não precisa disso. Eu pensei que estava sendo seguida, não tenho certeza.
-Tá voltava para casa.

     Estávamos a caminho do estacionamento quando eu avisto um homem alto que me parecia familiar. Eu pisquei e o homem
Desapareceu em pleno ar. A rua estava escura e não tinha uma pessoa andando neste momento.
    Minha irmã me cutucou e perguntou:
-Você viu isso?
-O que?- pergunto.
-Eu poderia jurar que tinha um homem bem ali, mas eu pisquei e ele desapareceu. -Disse Brittany.
 Eu não queria preocupar ela, e disse:
-Isto é coisa da sua cabeça.
  Ela me olhou bem, tentei parecer segura no que estava dizendo, mas falhei na minha encenação.
-Você mesmo disse que estava com a sensação de que estava sendo seguida. E eu não estou louca. Sei o que vi.
    Neste exato momento, alguém passou correndo na nossa frente. Mas quando olho não tinha ninguém. Saímos coarrendou fico
Sempre olhando para trás, mas nada aconteceu. Estávamos quase chegando ao fim da rua quando senti uma mão nas minhas
Costas, e quando dou por mim já tinha caído no chão. E senti um peso em cima de mim.
    Não era só uma sensação, eu estava sendo seguida e agora eu não entendia o porquê de tudo isso. Eu olhei bem para enxergar
Direito, pois eu sempre necessitei de óculos, mas nunca usei. Eu reconheci aquele rosto.
   Era o homem que estava com a Carolyne.
Eu estava com medo, mas também com raiva, e então eu gritei:
-Sai de cima de mim! Socorro...
  Ele colocou o dedo em minha boca e disse:
-Sch... Eu sei que você sempre quis isso.
  Eu interrompi batendo nele e gritando:
- O que você quer de mim, saí de cima de mim agora!
  Eu estava tão desesperada que não percebi que a minha irmã não estava gritando e nem pedindo ajuda.

-Cadê a minha irmã?
   Ele apontou para o corpo que estava jogado no chão desmaiado.
-O que você fez? - eu comecei a gritar - Brittany, Brittany...
-Ela está bem, só está desacordada.
-O que você quer?- Fixei meu olhar ao dele, ele era muito bonito, mas também era extremamente branco, e tinha sotaque inglês.
- Por que está fazendo isso?
 Ele me olha bem, seus olhos ficaram vermelhos e suas presas duplicaram de tamanho.
Não pode ser eu sempre adorei coisas de vampiros. Sempre lendo livros, assistindo a filmes e minisséries, lendo em sites entre.
Outros...
Mas isso é real, só poderia ser um sonho ou uma ilusão de minha cabeça, o vampiro fixou o olhar no meu revirando os olhos:
- Não é um sonho. Mas agora você irá se tornar oque sempre desejou pena que isso não é uma coisa boa, você logo irá.
Descobrir que não é como nos livros filmes e essas coisas que você está pensando.
Como ele sabia oque eu estava pensando? Pergunto-me. Ele mesmo disse que não era como nos filmes.
Ele me encara por uma fração de segundos, parecendo estar sem paciência, diz:
- Chega de conversa, vou acabar com isso e depois explico...
Quando me dei conta, ele já estava me mordendo.

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